O amor incondicional que se produz em nós quando geramos um filho entranha-se no nosso organismo: ele passa a ser omnipresente quando respiramos, comemos, caminhamos,trabalhamos e principalmente quando sonhamos. Ele é a nossa maior alegria e, simultaneamente, a nossa maior e justificada fraqueza, é o elo da teia que sustenta tudo resto.
Por isso nada melhor que os homenagear, com estes pequenos, grandes símbolos.
A colecção de meninos e meninas não termina por aqui, amanhã haverá mais.